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God, Revelation and Autority

“A teologia, nós insistimos, não estabelece simplesmente Deus como pressuposição especulativa, mas Deus como conhecido em sua revelação. Porém, o apelo a Deus e sua revelação não fica de pé sozinho, se é para ser significativo; ele precisa abranger alguns acordos sobre métodos racionais de verificação. Visto que a indagação crítica que se faz hoje não é simplesmente “Quais os dados da teologia?” mas “Como se procede destes dados para conclusões que recomendam a si mesmas para uma reflexão racional?”. A questão fundamental que sobra é a questão da verdade, a verdade das afirmações teológicas. Nenhum trabalho de teologia será forte em sua influência se a questão fundamental for obscura. A teologia duradoura revive e preserva a distinção entre a verdadeira e a falsa religião, a distinção mais obscura para os teólogos neo-Protestantes. Ou a religião de Jesus Cristo é verdadeira ou não vale a pena nos incomodar com ela. O verdadeiro culto é o que Jesus nos exige: “Deus é Espírito, e aqueles que o adoram precisam adorá-lo em espírito e em verdade” (João 4.24). Jesus rompeu com os líderes religiosos judeus de seus dias no ponto em que eles falsificaram a revelação do Antigo Testamento, ele chegou muito perto, de fato, denunciou alguns dos influentes porta-vozes religiosos deste tempo de mentirosos (João 8.44). De tal modo que a estratégia arduamente calculada para vencê-lo foi de algum modo um prêmio da irmandade, mas Ele manteve a prioridade máxima pela verdade como referência da religião.” Carl F. H. Henry

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