A Conciência Humana

Por Herman Bavinck em sua Reformed Dogmatics 3:173

Antes da queda, estritamente falando,  não havia consciência nos humanos. Não havia uma separação entre o que eles eram e o que deveriam ser.  O ser e a autoconsciência eram harmônicas. Mas a queda produziu a separação. Pela graça de Deus os humanos ainda retêm a consciência de que eles deveriam ser diferentes, de que de alguma maneira precisam se conformar a lei de Deus. Mas a realidade testemunha de outra maneira. Eles não são o que deveriam ser. E esse testemunho é a consciência. A consciência… é  prova que a comunhão com Deus foi quebrada, que há uma separação entre Deus e nós, entre Sua lei e o nosso estado. … A consciência humana é  prova subjetiva da queda da humanidade. Uma testemunha da culpa humana perante a face de Deus.

Before the fall, strictly speaking, there was no conscience in humans. There was no gap between what they were and what they knew they had to be. Being and self-consciousness were in harmony. But the fall produced separation. By the grace of God, humans still retain the consciousness that they ought to be different, that in all respects they must conform to God’s law. But reality witnesses otherwise; they are not who they ought to be. And this witness is the conscience. The conscience … is proof that communion with God has been broken, that there is a gap between God and us, between his law and our state. … The human conscience is the subjective proof of humanity’s fall, a witness to human guilt before the face of God.

spurgeon.wordpress.com

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