Desejo de Obedecer a Deus

O Reinado da Graça na Nossa Santificação

O Desejo de Obedecer a Deus

A afeição e a gratidão do crente para obedecer a Deus –  como um ser amável infinito em seu ser e inconcebivelmente gracioso a criatura fraca, culpada e necessitada – será proporcional a sua visão da glória de Deus revelada em Jesus e sua experiência do amor de Deus sentida plenamente em seu coração. Ele irá dizer, “Que darei ao SENHOR por todos os seus benefícios para comigo?” “Bendize, Ó minha alma, ao SENHOR ,e tudo o que há em mim, bendiga o seu santo nome!” (Salmo 116.12; 103.1). Nascido de novo, se depara  ‘no tocante ao homem interior, ter prazer na lei de Deus’ (Romanos 7.22). Há um desejo contínuo em ser conformado cada vez mais com a santidade e revelação transcrita da Sua vontade em um coração que ama a Deus e a obediência para ele não é a de um mercenário tentando ganhar a vida eterna como recompensa pelo seu trabalho. Nem como de um escravo que obedece pela ameaça de terror. É como a obediência de um filho ou de uma esposa que ganha a recompensa como vinda de um pai ou de um marido. Estando morto para a lei, vive para Deus (Gálatas 2.19).

Ninguém ‘está morto para a lei’ exceto aqueles que são pobres de espírito e que tem recebido a expiação no sangue de Cristo por confiar apenas em sua obra para aceitação diante de Deus. O apóstolo Paulo disse, ‘Também vós morrestes relativamente à lei, por meio do corpo de Cristo’ (Romanos 7.4). Ele irá dizer , ‘libertados da lei, estamos mortos para aquilo que estávamos sujeitos. (Romanos 7.6). Nessas palavras marcantes, o crente é descrito como estando morto para a lei e a lei morta para ele. Isto significa que a lei não mais tem qualquer poder sobre o crente para demandar obediência como condição de vida ou ameaça-lo com vingança em caso de desobediência. Do mesmo modo( para usar uma ilustração apostólica) Um marido que morre não pode mais requerer obediência de sua esposa que está viva ou puni-la por sua desobediência . O verdadeiro cristão não espera mais ser justificado por sua obediência a lei mais do que uma esposa viva pela ajuda de seu marido morto. Também, ela não tem nenhum temor de sofrer qualquer mal de sua mão.

Abraham Booth em The Reign of Grace, pág. 160-161

 

 

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